Eficiência Energética não é prioridade para construções anteriores a 1960
Mais de metade dos edifícios não sofreram intervenção
27 de março, 2026
Falar em eficiência energética está, nos últimos anos, na ordem do dia a par da sustentabilidade.
No entanto, para muitas famílias é sinónimo de dores de cabeça por sentirem que a casa não tem o conforto esperado face às atuais condições climatéricas e, por outro lado, porque para avançarem com obras nesse sentido implica despender de dinheiro.
Se numa moradia o investimento depende única e exclusivamente de um proprietário, no caso das propriedades horizontais a gestão é mais complexa por implicar várias frações com distintos donos.
O INE publicou, há cerca de uma semana, um estudo onde se pode verificar que em 54,7% dos edifícios construídos antes da década de 60 não avançaram quaisquer obras de reabilitação com o objetivo de melhorar a eficiência energética.
De acordo com o INE, mais de 90% dos agregados familiares que vivem em situação de risco de pobreza indica que a implicação financeira é o principal motivo para o não conseguirem ter as suas casas eficientes; no entanto, mais de 90% também assevera que se sente «satisfeito ou muito satisfeito com o alojamento».
Fonte: sicnoticias.pt